
Em campo, o Tricolor Gaúcho manteve a rotina na competição internacional: longe do brilhante, mas consistente, apesar da pressão sofrida em alguns momentos. Quem teve de trabalhar, como sempre – e bem –, foi o goleiro Victor. Léo, que por muito pouco não foi o autor da lambança do mês, abriu o placar aos 31 da primeira etapa, de cabeça. E viu Maxi Lopez ampliar, já no segundo tempo, num dos poucos contra-ataques que encaixaram.
À espera de Paulo Autuori e eliminado no estadual, o Grêmio tem um tempo precioso de treinos pela frente. Possivelmente para perceber que a defesa, mantida com os mesmos jogadores ou não, não é tão segura como a de 2008. Mas que a bela revelação Adilson pode dar mais frutos ao clube até do que Rafael Carioca. Souza e Ruy, que não jogou ontem, também têm se destacado, enquanto o ataque segue incerto.
De qualquer forma, ainda é cedo para opinar até onde o Grêmio pode chegar. De concreto, a melhor campanha da primeira fase da Libertadores. Apesar da facilidade na chave, não é pouco, não.
Em tempo: como faz camisa bonita esse time.
